O Futuro tem muitos nomes…
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Faltavam somente algumas horas para que aquele feriado prolongado chegasse ao fim. Juliana, não via a hora de chegar em casa e dormir, afinal, o peso da segunda-feira estava se aproximando. Contudo, em meio aquele congestionamento quilométrico, não havia muito o que fazer, a não ser pensar na vida enquanto esperava para sair do lugar. Em meio a vários pensamentos, ela começou a recapitular a palestra que tinha assistido sobre a importância do significado que damos ao nosso trabalho e o quanto isso impacta profundamente tanto a vida pessoal quanto a profissional.
Pensou nas pessoas que estavam na mesma situação que ela trabalhando de 2ª à 6ª feira com horário fixo para entrar e sair, e quantos transformavam isso numa rotina destituída de um sentido mais amplo. Lembrou também de milhares de outros profissionais que trabalhavam com escala e muitas vezes tinham que estar trabalhando nos feriados como aquele, enquanto tantos outros saiam para se divertir. Aliás, era graças a estes profissionais que o divertimento de tantos era assegurado.
Porque as pessoas dedicam 1/3 ou mais de seu dia ao trabalho? Era a pergunta que tinha sido formulada logo na abertura da palestra, onde os participantes foram levados a uma profunda reflexão sobre o assunto. Boa pergunta, pensou Juliana, porque eu dedico tanto tempo ao meu trabalho? Estou satisfeita? Posso querer mais? Posso fazer melhor? É isto o que realmente “quero ser quando crescer”? Xiiiiii!!!!
Ela acabara de se dar conta que já tinha crescido, na casa dos 40, não era hora de escolher carreira, mas de fazer sucesso naquela que havia escolhido. Ou será que ainda poderia mudar? Quantas questões a serem respondidas…., aquele congestionamento todo estava parecendo até pequeno, frente aos caminhos que precisava percorrer internamente para encontrar suas próprias respostas.
Olhar para a profissão dos outros e achar significado era até fácil. Olhou para o motorista ao lado e imaginou: “ah! aquele tem cara de médico - deve estar sempre a salvar vidas por aí… Já aquela ali, parece professora, estimulando mentes em fase de desenvolvimento, abrindo caminhos… E aquele lá, nossa buzinando apressado daquele jeito, deveria trabalhar em alguma profissão de muita pressão e adrenalina, seria ele um corretor da bolsa de valores? Que diariamente lida com dinheiro de pessoas e empresas e conseqüentemente afeta seus destinos para melhor ou pior? E aquela ali então!!! Huuummm, tinha jeito de ser vendedora de seguros - procurando levar mais tranqüilidade e segurança a vida das pessoas.” Enfim, era um exercício extraordinário, olhar e tentar enxergar o alcance de algumas profissões. Mas, quando olhava para si mesma, Juliana, não conseguia atingir uma dimensão tão grande. Achava que o que fazia era algo tão banal, tão comum que não conseguia perceber até onde poderia chegar o alcance de sua atuação…
Refletiu sobre idéia de trabalhar por prazer, de fazer as coisas com gosto, sabendo que estava fazendo parte de algo muito maior que si mesma e realmente, Juliana sentiu que até gostava do que fazia, só não achava que era algo tão importante assim. Quando ouviu que prazer, trabalho e lazer são compatíveis, que podem fazer parte da nossa vida diariamente, que podemos usar nosso trabalho não só como meio de sobrevivência, mas também de desenvolvimento, de caminho para novos relacionamentos, para autodescobrir-se, para interagir com pessoas bem diferentes da gente, que trabalhar por paixão oferece muito mais recompensas do que trabalhar por obrigação, sentiu, lá no fundo, que tudo aquilo era verdadeiro, mas será que se aplicava a ela? Ou era para uns poucos privilegiados que nascem talentosos, sabendo o que querem da vida e conseguem fazer sucesso em suas carreiras?
Ah! Como aquela dúvida a atormentava. Se era assim, se é mesmo possível unir prazer e trabalho porque tanta gente ainda sofre e não consegue obter do trabalho senão um mísero salário no final do mês? Isto se tiverem trabalho, pois há tantos outros desempregados, sem saber o que farão de suas vidas com um verdadeiro sentimento de angústia e fracasso. Então, ela lembrou da resposta que ouvira na palestra: acontece que nem todos acreditam ser possível conciliar trabalho e prazer. A grande maioria vê o trabalho como algo penoso, como uma obrigação a qual devem se submeter para sobreviverem, para pagar as contas. E aqueles que encaram assim, não estão preocupados em descobrir seus talentos natos e lapidá-los para servir ao mercado. Não estão dispostos a correr riscos e pagar o preço dos próprios erros, enquanto aprendem e se desenvolvem. Muitos pensam mais em ganhar na loteria para parar de trabalhar, do que em transformar o trabalho de forma a poderem trabalhar e se desenvolverem cada vez mais.
Uma das características encontradas naqueles que fizeram do trabalho um prazer, é que o trabalho não os exaure, pelo contrário, os revitaliza e nutre. Trabalham muito mais horas do que a maioria, se necessário sábados, domingos e feriados, mas o fazem com uma graça, uma leveza, um bom humor invejáveis e isto os mantém bem dispostos. Gostam tanto daquilo que realizam que trabalhariam até de graça, então, percebem sua remuneração como recompensa. Por perceberem assim, trabalham com empenho cada vez maior e fazem sempre mais que o esperado. E assim, o trabalho que realizam é bem visto, desejado, divulgado, indicado e até disputado… e quando se dão conta: o sucesso chegou. Estes profissionais não trabalham só por dinheiro. Eles ganham dinheiro porque trabalham para realizar uma necessidade interior, mais forte que eles mesmos…
Viajando nestes pensamentos (numa velocidade milhares de vezes mais rápida que a da estrada, onde seu carro só havia andado uns poucos metros), Juliana, lembrou de seus amigos, vizinhos, parentes, colegas de trabalho e do quanto estas pessoas reclamavam da vida, de ter que trabalhar todos os dias, de ter que ir fazer treinamento, de que exigiam cada vez mais, de que eram sugadas por seus patrões… etc. etc…
E mais uma vez, Juliana se deu conta de que tudo aquilo que ouvira fazia sentido. Era como se um “alarme” tocasse dentro dela a lhe dizer “preste atenção - este recado é para você! Esta na hora de você dar uma guinada na sua vida. Esta na hora de sair da limitação auto imposta e criar seu próprio caminho rumo ao sucesso.” Aquelas sensações eram muito fortes e Juliana sentia-se incapaz de abafá-las.Mas, por onde começar? Ouvira dizer que o melhor começo era olhando para si mesma, percebendo o que de verdade gostava de fazer dentro e fora do trabalho, listando aquilo que fazia com maior facilidade, com mais prazer e entusiasmo, conversando com as pessoas sobre como viam o seu trabalho e procurando naquilo que fazia o que lhe dava mais ânimo para não só prosseguir, mas para se envolver de coração e alma.Até que eram passos que ela poderia dar. Nada que exigisse investimentos financeiros. Teria sim, que investir tempo e boa vontade. Mas o que teria a perder? Na pior das hipóteses descobriria mais sobre si mesma e poderia tomar decisões mais acertadas sobre o rumo que daria a sua vida.
Começou a pensar, em como seria se ela deixasse de fazer o seu trabalho. Se ninguém mais o fizesse, o que aconteceria??? E foi percebendo que o que fazia, não era assim tão banal, muitas pessoas seriam afetadas e este pensamento foi levando a outras idéias, foi ampliando sua percepção sobre seu próprio valor e importância e na forma como poderia interagir melhor com seus “clientes” tanto os internos como os externos a empresa em que trabalhava. 40, 50, 60 anos o que importa? Sempre é tempo para recomeçar e investir em si mesma, no próprio desenvolvimento e felicidade.
Impressionante, como a fisionomia de Juliana foi, aos poucos, se alterando. De uma mulher cansada, com ar de quem estava a beira da exaustão, seu semblante começou a iluminar-se. Seus olhos ganharam um brilho diferente. Seu coração começou a pulsar com mais vigor. Sua respiração tornou-se mais profunda. E ela, agora queria chegar logo em casa, não para desmaiar na cama. Mas porque não via a hora de chegar segunda-feira, para começar a procurar pistas do significado de seu trabalho, dos impactos que produzia nas pessoas ao seu redor e do que poderia fazer por si, para encontrar sua vocação e trabalhar para tornar-se um sucesso, não para o mundo, mas principalmente para si mesma.
(Texto escrito originalmente no início do Inverno de 2005)
Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.
O título pode parecer uma brincadeira, mas o assunto é muito sério.
Como observadora do comportamento humano, percebo que em nossa cultura temos tendência a tentar “adivinhar” o que o outro está pensando ou desejando e assim sem perguntar nada, criamos as mais loucas suposições e tentamos a todo custo atendê-las. E não paramos por aí…
Tem algo ainda pior. Que é a tendência a desejar que o outro “adivinhe” o que queremos.
Internamente construímos uma imagem do que estamos querendo, para nós esta imagem é nítida, afinal é criação nossa. Então, achamos que ao dar alguns “sinais” físicos e verbais, o outro já captou esta imagem e vai fazer exatamente o que imaginamos. Mas, na realidade o outro capta parcialmente o nosso recado e o que falta ele completa com suas próprias suposições. Esta armadilha figura entre as principais causas dos problemas da comunicação humana. Tais interpretações incorretas acontecem nas escolas, nos lares, entre amigos, entre namorados e até nas empresas… Enfim, onde houver pessoas se comunicando, se não esclarecermos e tentarmos compreender com clareza a mensagem, podemos cair nesta cilada.
Quando paramos para analisar, este “jogo de adivinhações” parece uma loucura. Mas, se prestarmos atenção no comportamento das pessoas que nos cercam, e até no nosso, vamos verificar que isto está de tal forma impregnado em nossa cultura que nos comportamos desta forma sem perceber.
Agora, pense e responda: se trocássemos as “tentativas de adivinhar” por “PERGUNTAS” ficaria mais simples acertar o que o outro está idealizando? Não me refiro a qualquer tipo de pergunta, mas sim “perguntas pertinentes”, como um Sherlock Holmes a procura de pistas para desvendar um mistério. Afinal, este caminho pode nos levar a um diálogo mais claro e transparente (desde, é claro, que o outro lado esteja disposto a ser franco), economizando nosso tempo ao não ter que imaginar o que o outro está pensando e permitindo que
ao agir tenhamos maior coerência, convicção e segurança, conduzindo-nos a resultados mais acertados.
Já que perguntar pode facilitar tanto, porque não trilhamos naturalmente este caminho e tendemos a complicar?
Creio que isso vem da nossa infância, pois todas as crianças passam por uma fase onde adoram fazer perguntas de todos os tipos: profundas, superficiais, exóticas, sem nexo, engraçadas…
E cercadas por adultos impacientes, recebem respostas muitas vezes agressivas e repressoras. Desta forma o “questionador” que existe em nós vai perdendo força.
Na adolescência, temos medo de fazer perguntas bobas e então preferimos nos calar, perdendo grandes oportunidades de aprendizado.
Quando adultos já nos acostumamos a não perguntar mais, e o medo de não parecer tolo ou ignorante, toma conta e deixamos de perguntar. Então, quando as coisas não dão certo reclamamos, afinal, reclamar parece ser mais aceito socialmente do que perguntar. E assim, atendemos aos nossos clientes, buscando as formas mais mirabolantes de prestar-lhes um excelente serviço, sem muitas vezes, perguntar-lhes o que
realmente desejam de nós. Presenteamos nossos entes queridos, sem questioná-los sobre o que gostariam
verdadeiramente de ganhar. Passamos horas trabalhando com outras pessoas, sem perguntar-lhes sequer, se
a forma como estamos trabalhando está contribuindo ou atrapalhando o andamento do processo.
Presenciei este fato em várias empresas, pois tanto nos cursos sobre “Relacionamento Interpessoal” quanto nos de “Criatividade”, provoco situações onde as pessoas precisam exercitar a “arte de fazer perguntas” e conseqüentemente, ampliarem o diálogo. Depois deste tipo de vivência, muitos participantes se surpreenderam positivamente ao perceberem que ao fazerem perguntas pertinentes obtiveram respostas que não só foram esclarecedoras, como encontraram soluções, que não teriam percebido sozinhos. E mais, descobriram na prática que perguntas pertinentes são como chaves, que abrem as portas para um diálogo mais franco e transparente, melhorando sensivelmente os relacionamentos interpessoais.
Já diziam nossos sábios filósofos que cada pergunta trás em si a sua resposta.
Então proponho a você um desafio: observe-se mais atentamente e quando perceber que está tentando adivinhar o que fazer em determinada situação. Pare! E questione-se sobre que perguntas e para quem pode fazê-las para chegar ao cerne da questão e obter as melhores soluções.
Tenho certeza que esta simples, porém, importante mudança em sua postura lhe trará enormes benefícios.
(Texto escrito originalmente no início do Outono de 2005)
Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.
Eis aí um sábio investigador da essência humana, e mesmo naquela época, Shakespeare sabia que de nada adianta concebermos idéias mirabolantes, se não fizermos nada para concretizá-las…

Ao realizarmos uma profunda investigação sobre o que está por trás de nossas decisões e ações, descobrimos duas “forças condutoras” que causam forte impacto em tudo que escolhemos e fazemos. São elas: a “confiança” e o “medo”. Caso ainda não tenha investigado, experimente e verifique o que está por trás de todas as suas decisões e ações.
Agimos guiados pela confiança, quando seguimos uma espécie de “voz interior” que parece saber exatamente o que e quando algo precisa ser feito. Não são poucos os homens e mulheres que entraram para história, justamente porque desafiaram as convenções vigentes, ao seguirem esta “certeza” com toda a sua
convicção. Contudo, percebemos que a grande maioria da população, “a massa” como é mais conhecida, guia-se não por uma “certeza interior” que lhe aponta a direção a seguir, e sim pelo “medo” em suas mais diferentes e variadas versões: “medo de errar”, “medo de fracassar”, “medo de fazer feio”, “medo das cobranças”, “medo do novo”, “medo disso”, “medo daquilo”… e quanto mais lutam contra este medo, mais ele ganha força e as aterroriza num ciclo que se repete inúmeras vezes, gerando a incômoda sensação de que todo esforço foi em vão.
Em minhas pesquisas, o que percebi, ao buscar os fatores que nos aproximam ou que nos afastam do sucesso foi que quanto mais agimos motivados pelo medo, mais nos afastamos da nossa legítima REALIZAÇÃO INTERIOR. E quanto mais conseguimos reconhecer essa certeza interior e fortalecê-la, mais caminhamos rumo a nossa FELICIDADE e PLENITUDE. Tal percepção é válida não apenas para a vida pessoal, mas também para a profissional, pois os talentos mais bem sucedidos são aqueles que viabilizaram esta “certeza interior” e se dedicaram àquilo que sabiam precisar fazer.
Mas por que apareço eu aqui, no seu monitor, escrevendo sobre medos e confiança, sucesso e luta? Porque quero saber se você já se deu conta de que em nossos dias cada vez há mais medos fazendo as pessoas sucumbirem e atormentarem-se.
Mesmo depois que a física quântica comprovou que vivemos num Universo de Possibilidades (Princípio da Incerteza), mesmo percebendo que estamos no auge da evolução humana, mesmo cientes de que há inúmeras oportunidades a espera de cada um de nós, a grande maioria da população continua entorpecida e hipnotizada pelo “medo de…” e agindo sempre na defensiva.
E você, em meio ao aparente “caos” sente-se capaz de fazer suas próprias escolhas ou também tem agido sob a influência do “medo de…”?
O SUCESSO está aí a disposição de empresas e de pessoas ousadas o suficiente para criar espaço para que ele possa se expressar. A questão é se temos coragem suficiente para enfrentar nossos medos interiores e então reconhecer qual a nossa contribuição para o mundo em que vivemos e que caminhos nos levarão muito além do sucesso, permitindo-nos encontrar nossa REALIZAÇÃO INTERIOR.
Não pense você que o fato de aprender a ouvir esta “certeza interior” e agir com convicção e confiança transformará sua vida num mar de rosas, mas saiba que esta é a jornada que melhor lhe permitirá desenvolver seus potenciais e enfrentar os desafios que vão surgir.
Depois de enfrentar seus medos interiores, os exteriores com certeza irão cruzar seu caminho, mas não terão um efeito tão nocivo sobre sua vida, pois saber o que realmente quer e buscar por isso com determinação é a marca das pessoas de SUCESSO que não se deixam abalar facilmente pelas corrente contrárias.
Como ensina um antigo ditado:
“NENHUM VENTO SOPRA A FAVOR DE QUEM NÃO SABE PARA ONDE VAI”.
Quando os ventos soprarem em sua vida, que você saiba orientar as velas do seu barco para aproveitar toda a potência disponível e navegar rumo a realização de suas metas prioritárias.
(Texto escrito originalmente no Outono de 2005)
Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.
Quando será que iremos verdadeiramente assumir nossas vidas e vivê-las com toda intesidade merecida?
Muitos estão em busca desta “chave”, tal qual na lenda do Santo Graal. Contudo, por tudo que já pesquisei sobre liderança, creio que ela ainda não foi encontrada. Entretanto, percebi algumas linhas muito interessantes que estão buscando ultrapassar as fronteiras dos antigos modelos de gestão e indicar novas direções.
Entre estas linhas, quero destacar alguns pontos que me chamaram a atenção:
• A “Liderança com Alma” - onde entra em cena não só o conhecimento técnico, mas também o potencial intuitivo do líder e sua capacidade de se conectar com seus colaboradores de forma mais humana e profunda. Deixando de ser uma figura temida, para ser uma figura querida e respeitada.
• O foco do líder em desenvolver as potencialidades e competências de seus colaboradores buscando formar uma equipe integrada, madura e confiante. Este aspecto é um dos mais trabalhosos, pois, ao invés de apenas comandar, o líder procura identificar os diferentes potenciais de seus liderados e encontrar formas de ajudá-los a perceberem diferentes possibilidades de autodesenvolvimento. Muitos ainda acreditam que não cabe ao líder ensinar ninguém, mas os “verdadeiros líderes” têm prazer em perceber que seu papel vai muito além de conduzir a equipe, cabe a eles o estímulo a geração de novos líderes, atuantes, pensadores, tomadores de decisão, negociadores enfim, pessoas com senso de autonomia bem desenvolvido, cuja tendência é promover resultados cada vez melhores para a organização onde atuam.
• O diálogo promovendo a integração da Equipe. Aqueles que foram além, descobriram o verdadeiro impacto do diálogo profundo. Não aquele pró-forma onde uns poucos falam e os outros fingem que ouvem. Mas, um diálogo autêntico onde os assuntos são colocados para a equipe e todos tem oportunidade de se pronunciar, ampliando os laços que os unem em torno de objetivos comuns. Este diálogo oferece a oportunidade de trazer à tona diferentes visões, buscando unificá-las em torno de objetivos comuns, para que se consiga maior sintonia no trabalho conjunto.
• A soma de diferentes talentos e o estímulo a cooperação para que uns aprendam e contribuam com os outros acelerando o desenvolvimento de todos os membros da equipe realmente envolvidos no processo não só de “cumprir com suas tarefas”, mas de trabalhar de forma responsável e consciente, buscando melhorar continuamente a si próprios e ao trabalho que realizam.
• A escolha de objetivos a serem trabalhados de forma clara e desafiante. Só alcança este tópico o líder que realmente conhece seus colaboradores, pois é preciso sabedoria para dosar os desafios de forma a mantê-los estimulantes e direcionados a quem realmente está apto a ultrapassá-los.
• A força do significado - este é um fator ainda pouco explorado, mas de forte impacto na produtividade da equipe. Pois, ao encontrar significado naquilo que faz as pessoas se envolvem e se empenham muito mais, além de sentirem-se realizadas ao alcançarem suas metas.
• O papel do líder como catalisador de resultados - ao conseguir trabalhar os pontos acima relacionados o líder passa a acelerar os resultados de sua equipe, pois sabe exatamente quem está mais apto a fazer o que e como delegar os desafios na dose certa para obter os resultados desejados.
O que mais me chamou a atenção nestas tendências é o foco no desenvolvimento do SER HUMANO e seus potenciais, promovendo impactos positivos que irão contribuir não só com as empresas, mas também com as comunidades onde estão inseridas e conseqüentemente com as nações e o mundo globalizado em que vivemos. Diferentes estudos e pesquisas mostram que estamos apenas no limiar deste tipo de liderança, ainda há muito o que descobrir e aprimorar. Mas, os resultados iniciais são animadores, visto que, com esta linha de atuação consegue-se não só maior produtividade, mas também maturidade da equipe, uma vez que os colaboradores são cada vez mais incentivados a trabalharem em seu autodesenvolvimento contínuo e a atuarem de forma consciente e responsável.
Deixo no ar algumas perguntas (a líderes formais e informais e àqueles que hoje sentem-se apenas como colaboradores) que você pode responder para si (a título de reflexão), pode debater com sua equipe ou ainda pode comentar abaixo, para que possamos criar um painel a respeito:
• Você é contra ou a favor da LIDERANÇA COM ALMA? Por quê?
• Sendo favorável, que papel você pode desempenhar para promovê-la ou reforçá-la?
• O que cada um de nós pode fazer para criar condições para que o “líder que há em nós” possa emergir e contribuir aumentando os laços de cooperação e interação da equipe da qual fazemos parte?
• Os tópicos apontados já fazem parte do seu dia-a-dia? Que resultados têm trazido?
(Texto escrito originalmente no Verão de 2004)
Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.
Eis uma atividade divertida que contribui com o autoconhecimento, afinal, propõe um olhar apreciativo para aquilo que é importante para nós no dia-a-dia, daquilo que dá um colorido diferenciado a nossas vidas.
Esta idéia, nasceu quando eu ministrava um curso para adolescentes chamado “Laboratório de Leitura”.
Como além de estimular o prazer de ler e aprender eu procurava trabalhar positivamente a auto-estima dos participantes, quis inventar um meio de levá-los a refletir sobre seus gostos e preferências.
Convido você, independente da sua idade, a se aventurar na descoberta de si mesmo(a).
Esta sugestão é apenas o ponto de partida, mas, pode ser justamente a oportunidade que o(a) levará a enveredar pelo caminho do autoconhecimento.
Experimente e surpreenda-se com os resultados!!!
1º Passo: adquira um caderno (estilo, tamanho e quantidade de folhas ficam a seu critério) - o importante é que você goste dele!
2º Passo: na capa ou primeira página coloque o título “GOSTUÁRIO” (escrito de forma criativa, lúdica, que você aprecie).
3º Passo: Logo abaixo do título crie um acróstico associando seu nome à qualidades e virtudes que você aprecia em si, exemplo:
Surpreendente
Estudioso
Universal
Notável
Otimista
Maravilhoso
Espirituoso
4º Passo: Escolha sua foto favorita e cole-a nesta página próxima do seu nome.
5º Passo: Faça uma lista de categorias que queira explorar. Eis alguns exemplos: alimentos prediletos, filmes favoritos, livros preferidos, passeios revitalizantes, pessoas que admiro, citações que adoro, músicas que
curto, boas idéias, etc.
6º Passo: Distribua estas categorias dividindo a quantidade de páginas do caderno de acordo com a quantidade de categorias escolhidas. Lembre-se que algumas categorias precisarão de mais páginas do que outras, pois terão mais itens.
7º Passo: Entre em cada categoria e comece a anotar aquilo que você realmente gosta (o foco é o seu gosto pessoal e não o que acha que deveria gostar, nem o que os outros escolheram no seu lugar). Mantenha seu “GOSTUÁRIO” em local de fácil acesso e vá preenchendo suas páginas sempre que perceber um elemento que ainda não foi incluso.
8º Passo: Explore diferentes possibilidades - você pode colar imagens, escrever com cores diferentes, destacar o que mais gosta em relação aquele item (ex. chocolate porque é doce e derrete na boca), incluir datas e
observar sua mudança de gosto no decorrer dos anos…
Detalhe: aproveitando nosso avanço tecnológico, você pode substituir o caderno, por um arquivo digital - os passos para criação são praticamente os mesmos, basta adptá-los ao programa utilizado.
9º Passo: Consulte seu “GOSTUÁRIO” com freqüência, perceba o que realmente importa para você e busque preencher parte dos seus dias com estes elementos - para viver de forma mais agradável e feliz!!!
Quais as vantagens de criar e manter um “GOSTUÁRIO”?
Há várias, mas quero destacar duas que considero primordiais:
1ª) É uma forma de conhecer melhor a si mesmo, com foco naquilo que aumenta seu bem-estar, alegria e felicidade.
2ª) Você terá a oportunidade de avaliar se tem se envolvido com as coisas e atividades que gosta, com as pessoas que admira ou se está se afastando de tudo isso imerso(a) nas correrias diárias e poderá fazer escolhas mais conscientes.
Note como se sente ao nutrir-se com os itens do seu “GOSTUÁRIO”, que efeitos as coisas, pessoas e situações que você gosta provocam em sua vida?
E lembre-se:
Aprender a gostar de si mesmo(a) é o caminho para fortalecer a auto-estima.
Aprender a fazer o que gosta e gostar do que faz é o caminho para o sucesso profissional.
Descobrir do que realmente gosta é o caminho para
criar mais oportunidades para gozar a vida e ser mais feliz!
(Texto escrito originalmente na Primavera de 2004)
Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.
… nosso trabalho ganha um brilho especial


No dia em que as pessoas se derem conta dos impactos da baixa e da elevada auto-estima em suas vidas, darão atenção redobrada a este tema diretamente ligado ao sucesso de pessoas, empresas e até nações…
Culturalmente, somos um povo que sofre dos efeitos nocivos da baixo auto-estima.
Precisamos de um trabalho intenso e profundo para reconstruir nossa imagem de forma mais saudável. Por onde começá-lo?
Como mudamos a auto-estima de um país de proporções continentais?
Que tal, cada um começar por si? Pode não parecer muito, mas toda caminhada por mais extensa que possa ser, começa no primeiro passo.
Um a um os brasileiros irão despertando, se reconhecendo e trabalhando internamente em prol do próprio desenvolvimento… Assim, o despertar e o crescimento de um contribui positivamente com o desenvolvimento daqueles com quem mantém contato e multiplicamos resultados, gerando uma grande conexão repleta de interconexões de todos os formatos e tamanhos.
A auto-estima saudável está diretamente ligada a forma como:
. a pessoa vê e avalia a si mesma
. se julga quando erra
. se apóia nos momentos difíceis
. se responsabiliza por suas escolhas e atitudes
. gerencia seus esforços e resultados
. gosta de si mesma como pessoa
. interage com a imagem que vê no espelho diariamente
. se percebe enquanto ser pensante e principalmente enquanto Ser Humano!
Assim, para trabalhar nossa auto-estima, precisamos primeiro reconhecê-la.
Em nossos pensamentos mais íntimos o que alimentamos a nosso respeito?
Pensamentos favoráveis, nutritivos, estimulantes ou pensamentos deteriorantes, terríveis e limitadores?
No segundo caso, podemos pensar de forma diferente? Podemos olhar para nossa pessoa e gostar da gente?
Para muitos isso é quase um sacrilégio. Para outros uma missão quase impossível. Mas, aqueles que ousaram derrubar as barreiras auto-impostas, descobriram que este é o verdadeiro caminho que leva à felicidade, à
realização pessoal e profissional.
Afinal, quando olho para quem eu sou e me apóio, disposta a fortalecer meus pontos fracos e dar vazão aos meus potenciais, dons e talentos, como não ser bem-sucedida naquilo que me determino ser e realizar?
O que muitos ainda não perceberam é que sofrem de “auto-abandono”. Para não lidar com a angústia de fazer escolhas erradas, preferem delegar a outros (muitas vezes bem intencionados, mas não tão bem habilitados) as escolhas que deveriam fazer por si. Isto, gera grande frustração interna, pois os resultados raramente são os desejados e o preço de entregar sua liberdade de escolha a outros é muito alto.
Some a esta condição o fato de muitas pessoas ainda se torturarem continuamente por acontecimentos e frustrações do passado. “Se eu isso…” ou “se minha mãe aquilo…” ou ” se não tivesse desistido naquele
momento…” “se meu chefe tivesse…”.
O “se” é uma armadilha que mina o nosso poder atual, pois nos coloca na condição de vítimas de uma situação
que não podemos mais voltar atrás.
No meio organizacional os reflexos desta postura são facilmente identificados: profissionais com alta resistência às mudanças (devido a insegurança) que procuram não se expor para não chamar atenção, que não
expressam seus pensamentos e sentimentos para “evitar discussões”, que preferem não dar opinião para não arcarem com as conseqüências de suas idéias (desconsiderando a possibilidade de sucesso), que esperam até que “alguém mande” para então agir… enfim, comportamentos que até 1950 - 1960, eram vistos como “normais” e culturalmente até incentivados. Contudo, atualmente, quando o foco é o trabalho em “EQUIPE” e “TIMES AUTOGERENCIÁVEIS” que apresentem resultados cada vez melhores, que sejam ousados e voltados a soluções inovadoras e a surpreender positivamente o cliente estes comportamentos estão obsoletos, ultrapasados e fora do contexto.
Estes motivos, nos levam a perceber que mesmo sendo um trabalho vitalício e individual, o fortalecimento da auto-estima deve ser estimulado na família, nas empresas, nas comunidades, enfim, onde houver oportunidade, pois exigirá uma profunda mudança em nossa postura, jeito de se ver, pensar e acima de tudo SER, na forma como exercemos nossas profissões e em nossos relacionamentos. Quanto mais confiantes nos tornarmos, mais estaremos propensos a criar, ousar e abrir caminhos para expressar o que de melhor existe em cada um de nós.
E é este MELHOR que irá se multiplicar em nossas ações e gerar resultados surpreendentes!!!
(Texto escrito originalmente na Primavera de 2004)
Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.
Contam os gregos, que certo dia, os deuses queriam dar um presente especial para os seres humanos. Mas desejavam que eles o encontrassem por seu próprio mérito, para que dessem mais valor ao seu tesouro. Então, um deles sugeriu:
- Que tal se o escondêssemos no alto do pico mais elevado da Terra?
Depois de um breve debate, concluíram que lá seria muito fácil, logo o homem estaria galgando as montanhas mais altas e o encontraria.
- Que tal no fundo do mar? - sugeriu outro deus.
- Ah! Lá também vai ser muito fácil, pois em breve o homem criará equipamentos para explorar as profundezas do mar e certamente o encontrará.
- Precisamos de um desafio ainda maior, disseram alguns.
Então, disse uma das deusas:
- Que tal se nós escondêssemos o tesouro na Lua?
- Boa idéia, foi a primeira resposta.
Mas, Zeus interveio e disse que lá também o homem iria vasculhar tão logo descobrisse a tecnologia que lhe permitisse criar foguetes e explorar o espaço sideral.
Disse, um dos deuses até então quieto e pensativo:
- Já sei! Já sei! Tem um lugar que o homem não vai procurar tão cedo, mas que estará ao alcance de toda a humanidade e onde quer que haja um ser humano disposto a encontrá-lo, terá condições de fazê-lo, mas exigirá dele o máximo empenho e dedicação.
- É exatamente este lugar que estamos procurando! - exclamaram os deuses entusiasmados - Onde fica?
- Dentro de cada um!
- Boa idéia!!!

E assim, naquele dia os deuses deram ao Ser Humano o dom da SABEDORIA que significa conhecimento que vem de dentro (do íntimo) e o dom da CRIATIVIDADE para que expressasse esta SABEDORIA divinamente. Fizeram de tal forma, que só aqueles que buscam dentro de si mesmos podem acessá-los…
Esta é uma adaptação livre de uma história que ouvi há muitos anos… e que está aqui como um convite à reflexão…
O ser humano é uma das espécies mais recentes na história evolutiva da Terra. Para compreender melhor, metaforicamente, a título de comparação como proposto por alguns historiadores: imagine que a Terra surgiu no dia 1º de janeiro, os mamíferos surgiram na segunda semana de dezembro. Nesta escala o ser humano teria surgido por volta das 23 horas e 45 minutos do dia 31 do mesmo mês. Contudo, neste pouco tempo por aqui, já exploramos e ocupamos o planeta inteiro. Já fomos desvendar os mistérios das
profundezas do mar. Já escalamos os picos mais altos da Terra. Já penetramos nas cavernas mais profundas… Aprendemos a falar, escrever e a nos comunicar de um ponto a outro do planeta. Aprendemos a investigar como são os seres vivos por fora e por dentro. Já desvendamos a estrutura atômica e o DNA. Já aprendemos a voar… e a sondar o espaço profundo, estendendo nosso poder de comunicação para além das fronteiras terrestres.
Esta inquietação que nos leva a querer mais e mais para dominar o meio a nossa volta, tem sido a mola mestra de nossa evolução.
Então, quero deixar as seguintes perguntas no ar:
Você já teve coragem de ir atrás deste tesouro “SABEDORIA e CRIATIVIDADE”?
De permitir que ele traga à tona a expressão do MELHOR que existe dentro de você? Ou sua busca tem sido externa?
Ao invés de se deixar abater pelos percalços do caminho, que tal ir além?
E explorar os limites de sua imaginação, dar asas à sua CRIATIVIDADE e assim descobrir seus dons e talentos latentes e a SABEDORIA necessária para expressá-los?
Com tudo que o ser humano já descobriu e criou na face da Terra, o mais interessante é que ainda há muito a descobrir e criar e você pode fazer parte integrante desta aventura, oferecendo sua contribuição para fazer
deste um mundo cada vez MELHOR e mais FELIZ!!!
Mergulhe em si - encontre este tesouro - e participe desta aventura chamada VIVER não como mero espectador, mas como co-criador!!!
(Texto escrito originalmente na Primavera de 2004)
Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.
INVENTAR, DESINVENTAR E REINVENTAR!!!
Você já notou que vivemos imersos em um mundo de idéias?
Ao nosso redor encontramos…
Idéias: polêmicas - anômalas - mutantes - abusivas - abomináveis - decadentes - exageradas e também…
IDÉIAS: BRILHANTES - FANTÁSTICAS - GENIAIS - FRATERNAS - SURPREENDENTES - TRANSFORMADORAS - MOTIVACIONAIS entre muitas outras…
Entre elas percebemos aquelas que foram registradas, as que não chegaram nem no papel e se dissolveram no ar. As que se transformaram em realidade por um curto período de tempo e as que se propagaram atravessando as barreiras culturais, geográficas, temporais… e estão aí até hoje.
Há também, aquelas que se transformaram e se aprimoraram acompanhando as mudanças da humanidade.
E não podemos nos esquecer daquelas que causaram grande impacto na evolução humana.
O fato de você estar lendo estas linhas se deve a uma sucessão de boas idéias que foram colocadas em prática, entre elas podemos destacar: a arte de nos comunicarcarmos, a arte da escrita e sua compreensão, o alfabeto, o domínio da eletricidade, as telecomunicações e a informática, a criação do telefone, do teclado, do computador, da internet… enfim, estamos nos comunicando agora devido a uma série de idéias implementadas e bem-sucedidas.
TUDO o que o ser humano já criou nasceu de uma IDÉIA na mente de alguém. Por isso, exercitar a nossa capacidade de ter idéias, selecioná-las, estruturá-las e concretizá-las é fundamental, principalmente em tempos de mudanças cada vez mais aceleradas.
Isto me lembra um exercício muito interessante que “não foi idéia minha”, mas que gosto de praticar eventualmente para manter minha mente flexível e criativa.
Há muitos anos li sobre esta idéia num artigo, infelizmente não me recordo do nome dos autores (o da idéia e o do artigo), pois gostaria de homenageá-los aqui…
A essência da idéia ficou e é a forma como a venho utilizando que quero partilhar com você.
É um exercício leve, divertido que você pode realizar a qualquer momento e que a médio e longo prazo irá render-lhe ótimas idéias.
Em grupo, este exercício pode funcionar como um jogo, uma brincadeira divertida e ao mesmo tempo estimulante para a criatividade e o raciocínio convergente.

O 1º passo é escolher algo que você queira “DESINVENTAR”!
Isto mesmo, algo que em sua opinião deveria ser “desinventado”!

Atenção, é preciso ir além, não basta “desinventar por desinventar”, no
2º passo é preciso criar algo novo ou adaptado para substituir o que você desinventou.

No 3 º passo deste exercício mental, você irá analisar quais as implicações e impactos da sua substituição, para verificar se ela foi bem-sucedida, se há outras soluções, se você deveria mesmo ter “desinventado” este item, etc.
Para tanto, é necessário responder a perguntas do tipo:
Quem sentiria falta do item “desinventado”?
Quem ficaria aliviado?
Quem seria diretamente afetado? E indiretamente? Como?
Quem nem ligaria para o assunto? Por quê?
Quem seria prejudicado pelo “desinvento”? Por quê?
Quem seria beneficiado?
E a substituição, traria que resultados positivos e para quem?
Traria que resultados prejudiciais e para quem?
Vamos a um exemplo:
1º Passo: vamos “desinventar” a gravata! A partir deste instante ela desaparece do planeta!!!
2º Passo: O que colocaríamos em seu lugar?
Um medalhão discreto ou não dependendo do estilo do usuário, que mudasse de cor conforme o estado de quem o utiliza: quanto mais confiante e sincero mais translúcido seria o medalhão, demonstrando o grau de transparência nas interações a cada momento. Quanto maior o fingimento mais estranha seria a cor do medalhão. Verdades e mentiras seriam detectadas facilmente causando alterações cromáticas no medalhão.
3º Passo: Em que isto implicaria?
Primeiro, muitos usuários de gravata sentiriam maior liberdade e espontaneidade ao livrarem-se do “nó na garganta”. Outros, sentiriam falta do “toque mais formal”. Alguns, iriam ficar a vontade com um medalhão que
demonstrasse seu estado interior. Outros detestariam esta idéia!
Os atuais fabricantes e vendedores de gravatas teriam que trabalhar com outro produto.
Os vendedores do novo medalhão teriam que acreditar muito no produto, para não serem traídos por ele na hora de comercializá-lo.
Já pensaram nos políticos usando este medalhão na hora dos discursos e dos debates?
Nas campanhas eleitorais seu uso deveria ser obrigatório…
Este exercício nos permite explorar uma série de possibilidades, e ao “brincar” com elas, estimulamos nossa CRIATIVIDADE.
Ao analisar as implicações presentes e futuras, nossas idéias ganham uma nova dimensão e evitamos respostas rápidas e desastrosas. Exercitando nossa capacidade de análise, construímos argumentos mais sólidos para defender nossas idéias, projetos, invenções…
Quem sabe esta brincadeira não o leva a inventar algo que venha revolucionar positivamente o mundo em que vivemos???
Só há um meio de descobrir: experimente e…
(Texto escrito originalmente na Primavera de 2004)
Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.
Vamos falar de gente, de pessoas.Nos verdadeiros encontros de fraternidade acontece alguma coisa muito comovente e essencial: mutuamente nós vamos desembrulhando, desempacotando, revelando; no bom sentido, é claro, o que há dentro de nós.
Você já experimentou essa imensa alegria na vida?
A alegria profunda que nasce no recôndito da alma, quando duas pessoas se encontram, se comunicam virando presente uma para outra?
Conteúdo interno é o segredo para quem deseja tornar-se presente aos irmãos da estrada e não apenas embalagem…
A verdadeira alegria, que a gente sente e não consegue descrever, só nasce no verdadeiro ENCONTRO COM ALGUÉM.
Autor: R. Soheneider
Ao mergulhar nesta metáfora e olhar as pessoas ao seu redor como presentes, o que você percebe?
Que presentes a vida anda colocando em seu caminho?
Que aprendizados eles têm lhe proporcionado?
E você que presente tem sido para as pessoas com quem convive diariamente?