Mônica Cristina Landim

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Arquivo da Categoria: Para refletir...

ENTREVISTA NA BIOSEGREDO TV SOBRE EDUCAÇÃO LIVRE

Categoria: Para refletir..., Tá na rede...|

É com profunda Alegria que propago este convite para que assistam ao Programa Caixa de Surpresas que vai ao ar via internet todas as terças-feiras das 19h às 20h.
Neste 15º programa ao vivo, entrevistarei MARGARITA VALENCIA, que realiza um trabalho de suma importância sobre EDUCAÇÃO LIVRE e tem uma rica bagagem para compartilhar conosco sobre a importância da participação consciente e responsável de Mães e Pais na Educação dos Filhos e do fortalecimento do núcleo familiar com AMOR e RESPEITO.
Margarita tem muitas histórias reais, exemplos e dicas que demonstram como é essencial mães, pais e filhos vivenciarem juntos os preciosos momentos da infância e adolescência.

Hoje, terça-feira, 29-06-2010 - das 19h às 20h na BioSegredo TV - www.biosegredotv.com.br
Acesse e participe via chat com comentários e perguntas.

É mais do que chegada a hora de honrarmos e acolhermos a sabedoria das crianças que chegam a este Planeta.
E somá-la à sabedoria daqueles que por aqui já deram muitos passos, para que possamos fazer as mudanças necessárias para deixarmos um valoroso legado aos nossos sucessores.

Nosso sistema educacional, clama por mudanças baseadas no Respeito e no Amor, por isso, iniciativas como esta merecem o nossa atenção e apoio.

Até logo mais…

Mônica

 


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Mais importante que as mensagens que recebemos diariamente é o que aprendemos com elas…

Categoria: Inspirações da Alma, Para refletir...|



Vivendo na era da informação é quase impossível isolar-se das mensagens que diariamente chegam até nós.
Gostaria que você só recebesse mensagens boas, benéficas, nutritivas, mas, como nem sempre é assim…
Então, é meu desejo que você encontre:
PERSPICÁCIA – para perceber e selecionar aquelas que são mesmo relevantes.
SABEDORIA – para extrair o melhor de cada uma (fique com só com o néctar).
OUSADIA – para colocar um ponto final (deletando) o que é prejudicial e só repassar e propagar mensagens nutritivas.
PAZ – para um encontro profundo com sua essência.
LUZ – para iluminar os seus propósitos mais valorosos, para que possa agir em consonância com eles.
AMOR – para inundar seu coração a ponto de irradiar essa fantástica energia em todas essas direções, como um SOL radiante.
ALEGRIA – em descobrir-se e em perceber que este mundo tem mais gente boa, tem mais acontecimentos geniais, tem mais maravilhas do que a mídia costuma divulgar.

E quem sabe no decorrer de 2010, você acabe descobrindo, que o que realmente importa, não são as mensagens que chegam até você, mas sim o seu PODER DE ESCOLHER o que aprender e fazer elas.

DELETE o que é irrelevante em sua vida.

INCENTIVE, APÓIE, MULTIPLIQUE aquilo que lhe é benéfico, saudável, positivo, enfim, aquilo que lhe FAZ BEM.

Que a GENORISIDADE e a GRATIDÃO incentivadas pelo Espírito do Natal, possam abrilhantar, não só os dias de dezembro, mas todos os dias de sua vida, formando o alicerce para uma VIDA PLENA, PRÓSPERA, SAUDÁVEL e amplamente FELIZ!!!

Mônica Cristina Landim
Natal Tropical - Verão de 2009 - Brasil

 


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A TEIA DA VIDA RENOVA SUAS FORÇAS COM A FELICIDADE INTERNA BRUTA

Categoria: FIB - Felicidade Interna Bruta, Para refletir...|

 




Entre sexta-feira (27/03/09) e domingo (29/03), no Parque Ecológico Visão Futuro em Porangaba-SP, ocorreu o 1º Encontro para dar início à formação de Comunicadores do FIB no Brasil.

O evento que contou com a presença de mais de 140 participantes de várias regiões do país surpreendeu positivamente os organizadores, pois a forte adesão mais uma vez confirmou que é chegada a hora do FIB entrar pra nossas vidas e mudar o rumo da nossa história.

A missão desse grupo (do qual faço parte) é propagar o que significa FIB – Felicidade Interna Bruta, suas 9 dimensões inter-relacionadas (1 - Padrão de Vida, 2 - Boa Governança, 3 - Estado de Saúde, 4 - Educação, 5 - Diversidade Cultural, 6 - Resiliência Ecológica, 7 - Vitalidade Comunitária, 8 - Uso Equilibrado do Tempo e 9 - Bem-estar Psicológico e Espiritual) e os benefícios que a longo prazo sua implantação poderá trazer para as comunidades que compõe nosso país, para pessoas e até para empresas, oferecendo indicadores que irão nortear melhor as decisões governamentais, empresariais e pessoais.

Estar em meio a estas pessoas, sentir a energia e o ânimo presentes ali, testemunhar aqueles olhos brilhantes, sentir tantos corações pulsando na certeza da realização desse sonho, foi uma experiência profundamente marcante e inesquecível.

Saber que existem caminhos que podem permitir que a humanidade viva com mais dignidade e equilíbrio, com mais conforto e bem-estar, fez meu coração vibrar de Alegria!!! Desde criança sinto que o Brasil pode melhorar, que o mundo pode ser diferente, mas quando contava das minhas visões, os adultos me diziam que isso era utopia… Que eu estava sonhando acordada…

No ano passado, bem na chegada da Primavera, quando participei do seminário “Crie Futuros – Economia Criativa”, realizado de 22 a 23/09/08, no SENAC Lapa Scipião em São Paulo, descobri que não estava “sonhando sozinha”, há pessoas em várias partes do planeta que sabem da importância do sonho para a construção do mundo melhor que almejamos. E essa construção começa justamente quando valorizamos nossos sonhos e depois buscamos caminhos para concretizá-los. Nessa “troca internacional” com sonhadores e realizadores de diferentes áreas de atividades, ficou muito nítido, que se não fizermos nada, não vamos alterar a realidade vigente. E que SONHANDO JUNTOS PODEMOS CRIAR E OUSAR MUITO MAIS!

No mês seguinte, em 29 de outubro, fiquei novamente emocionada e muito feliz ao encontrar mais de 1.000 pessoas no auditório do SESC Pinheiros participando da 1ª Conferência Nacional do FIB sobre o tema: “Índices para a Felicidade: PIB ou FIB? Produto Interno Bruto ou Felicidade Interna Bruta?” que buscou apresentar um novo paradigma para o progresso: uma política baseada na compaixão em vez da cobiça. Só não tinha mais gente por falta de espaço, pois os ingressos se esgotaram com duas semanas de antecedência, superando todas as expectativas. A emoção no ar era tanta que não há palavras que possam
descrevê-la.

Enquanto tentávamos entender: as diferenças entre PIB e FIB, as políticas de planejamento e as aplicações práticas do FIB no Butão (país em que teve origem nos anos 1980), os indicadores que formam o FIB e de que maneira mede a felicidade; percebi muita gente sorrindo, muitos olhos brilhando e muitas mentes se questionando se aqui também essa filosofia é aplicável. A reação à Conferência foi tão positiva, que originou um grupo para estudar a fundo as perspectivas de implementação do FIB no Brasil. Esse grupo, depois de meses de preparação, promoveu o evento que comecei a descrever no topo deste texto, que faz parte de uma sequência de passos que estão sendo cuidadosamente estudados e elaborados por especialistas de diferentes áreas.

Durante a 1ª Conferência, Susan Andrews coordenadora do FIB no Brasil, destacou as palavras proferidas por Victor Hugo: “Não existe idéia mais bem-sucedida que aquela para a qual o tempo chegou”. Tanto durante a conferência, quanto durante nossa preparação como Comunicadores do FIB, quando as informações foram oferecendo um quadro mais amplo e pude entender melhor as características do PIB e do FIB e as diferentes diretrizes que ambos oferecem, essas palavras mostraram-se proféticas, ficou patente que o momento da FELICIDADE INTERNA BRUTA chegou mesmo!

Além disso, recebemos, durante o encontro de formação de Comunicadores, a boa notícia de que depois que estiverem concluídas as Metas do Milênio previstas para 2015, a ONU pretende adotar os indicadores do FIB como o novo desafio para a humanidade (essa informação também foi divulgada na reportagem: “Felicidade para Todos” que oferece mais informações sobre o FIB publicada revista Vida Simples, páginas 48 a 53, edição 78, Abril/2009).

O dinheiro enquanto instrumento de troca é uma invenção humana fantástica. Mas quando sua aquisição e acumulação insensata e desmedida, provoca a morte de milhares de pessoas diariamente por fome, doenças, miséria e guerras; quando a produção de produtos supérfluos significa a depredação do planeta Terra e a extinção de espécies, num descarado aviltamento à NATUREZA e às expressões da VIDA é mais que chegada a hora de olharmos para o preço que estamos pagando para manter uma economia desequilibrada, doente e insuficiente para atender aos anseios humanos mundiais.

Uma vez que a proposta do FIB é justamente criar condições para que os governos gerem políticas e pautem suas decisões e ações em indicadores que incluam a promoção do maior bem-estar e felicidade para todas as pessoas do planeta, imaginei, se um dia os disparetes que fazem parecer que nosso mundo está com seus valores invertidos, deixarão de existir… Vislumbrei um futuro, onde gente é valorizada como gente, independente do país onde nasceu. Onde os privilégios não pertencem mais a umas poucas categorias dominantes, pois quando a humanidade volta a se perceber como integrante da Natureza, como algo pertencente a um TODO MAIOR, resgata-se a percepção da INTERDEPENDÊNCIA, da COOPERAÇÃO, da TEIA de INTERCONEXÕES e do respeito à VIDA como ESSENCIAIS.

Por acreditar desde criança num mundo mais equilibrado, feliz e digno, passei a maior parte da minha vida me dedicando a aprender e buscar entender um pouco mais sobre o ser humano e de que forma podemos construir esse mundo melhor. E de algo não tenho dúvidas: é um processo viável, mas que depende da nossa CONSCIENTIZAÇÃO do VALOR DA VIDA, da importância do respeito às suas manifestações e diversidade e do despertar e da aplicação dos nossos potenciais latentes de forma sábia.

Sem um profundo trabalho de conscientização as mudanças ficam no âmbito superficial, sendo passageiras. É por isso que o FIB está sendo cuidado passo a passo, para que não seja apenas um indicador, mas que se transforme num processo de educação e conscientização, servindo para nortear nossas decisões com valores e parâmetros que promovam felicidade, bem-estar, saúde, dignidade, equilíbrio… Que nos leve a perceber a implicação a médio e longo prazos das decisões públicas e privadas, coletivas e individuais de forma que possamos enxergar seu impacto e repercussão na vida particular, na família, na comunidade, no local de trabalho e no mundo.

O FIB não veio para “detonar” o sistema atual. Veio sim, para ampliar nossa visão, para nos fornecer diretrizes que nos ajudem a “arrumar a casa”. Pois, quando olhamos para as implicações do PIB (índice usado mundialmente para calcular o Produto Interno Bruto), para os estragos que estão sendo perpetuados em nome do crescimento desenfreado a qualquer preço, a sensação que tenho é que estamos vivendo numa casa tão bagunçada, tão desorganizada, que seus moradores embora cientes dos prejuízos para a saúde e bem-estar, da perda de tempo e qualidade de vida, do aumento do estresse e da pressão diária que tal bagunça provoca; estão tão perdidos, que não sabem por onde começar a arrumação. E assim, dia-a-dia, vão acumulando mais e mais desordem, ficando ainda mais desnorteados. O FIB, não vai arrumar a casa. Como muito bem mencionou Susan Andrews, não é uma “bala mágica da felicidade”. Mas, certamente, por ter sido muito bem estruturado, o FIB aponta caminhos que nos permitem planejar a arrumação de forma ampla e sensata. Diagnosticando com precisão onde mexer e permitindo-nos aprender como arrumar, de forma que o tempo e o esforço investidos nessa arrumação se convertam em felicidade e bem-estar coletivos.

Que possamos juntos, arrumar não só nossa casa chamada Brasil, mas também inspirar outras pessoas e países a fazerem o mesmo, até que a humanidade possa viver melhor na casa que chamamos Planeta Terra.

Como disse o Primeiro Ministro do Butão, Jigmi Thinley: “Por quê o Butão é o primeiro país a considerar a FIB, quando a felicidade é o desejo supremo de todo ser humano? Por quê nenhum outro país aplica isso como a base de sua política, do progresso e da educação social? Somos pioneiros e é triste que assim sejamos. Na verdade deveríamos estar na companhia do resto mundo.”

É notório que as dimensões dos problemas que afligem 6,7 bilhões de pessoas são assustadoras. Mas se pautarmos nossas ações com um plano bem articulado que inclua a FELICIDADE COLETIVA como meta. Se confiarmos na Inteligência Coletiva (a cada dia mais estudada e exercitada em várias partes do mundo), na Sinergia das Ações, seremos capazes não só de sonhar, mas de realizar feitos que irão muito além dos nossos mais ousados sonhos.

Susan Andrews incluiu em sua apresentação sobre a Ciência da FELICIDADE, no dia 29/03, um breve relato sobre a vida de Christopher Reeves que interpretou o Super Homem em quatro filmes (em 1978, 1980, 1983 e 1987) e que na vida real, após um acidente que o tornou tetraplégico em 1995, transformou-se num inspirador exemplo de superação e força de vontade. Sua dedicação e sua experiência com palestras ao redor do mundo, para arrecadar verbas para pesquisas e melhora da vida dos tetraplégicos, lhe ensinaram que:
“Tantos dos nossos sonhos parecem impossíveis,
depois parecem improváveis
mas quando mobilizamos nossa vontade
se tornam inevitáveis”.

Meu primeiro contato com o FIB, foi num e-mail que recebi há muito, muito tempo e que contava dessa experiência no Butão. Lembro-me que feliz com a boa nova, me questionei: “será que o FIB só é possível nesse país por que ele é pequeno? Será que um dia ele será viável para o Brasil?” Qual não foi minha alegria quando soube da 1ª Conferência aqui no Brasil para falar desse assunto. Maior ainda foi minha surpresa ao descobrir mais de 1.000 pessoas vibrando na mesma sintonia, felizes de estar ali aplaudindo esta iniciativa. E agora, aqui estou, te contando um pouco disso tudo, como quem planta mais uma semente, para fortalecer essa idéia no solo brasileiro. Pois eu abracei esta causa. Eu sinto que o Brasil pode ser um exemplo de uma NOVA ECOMOMIA mais equilibrada e sustentável, mais justa e solidária, mais humana e que trabalhe em prol do ser humano e não o contrário.

O sonho que parecia tão distante já está batendo à nossa porta e pedindo para fazer parte da nossa realidade. Depende agora, de sentirmos como poderemos nos articular para fortalecer esta rede em todo o país…





Estes são apenas os primeiros de inúmeros passos nessa longa jornada, mas é ótimo trilhá-la, sabendo que não estamos sós…
Que se nos mantivermos firmes, durante toda a caminhada milhões (e quiçá bilhões) de outras pessoas se juntarão a nós…

EXPRESSO MINHA PROFUNDA GRATIDÃO:
-*-  Aos amigos Fábio e Ana Paula pelo convite para este encontro em Porangaba, pois eles foram a ponte para que eu soubesse do evento na hora certa, entrando em contato lá de Santos (a Vida é mesmo surpreendente quando quer mandar um recado!).
-*-  Agradeço também a Susan Andrews, Marcos Arruda, Ladislau Dowbor e a toda equipe pela intensa dedicação em prol do sucesso do evento, permitindo que pudéssemos compreender com mais clareza um tema tão complexo.
-*-  Registro meus sinceros agradecimentos ao rei, ao Conselho Nacional, ao povo do Butão e a todos que nesse país se empenharam para dar vida e consistência ao FIB, bem como a todas as pessoas que em diferentes partes do mundo estão, há anos, dedicando tempo, conhecimentos e esforços para que o FIB possa ir muito além das fronteiras butanesas e fazer parte do nosso cotidiano melhorando a vida da humanidade.
 
TEM MAIS…
Em “CONEXÕES E CONVERGÊNCIAS” inclui quatro mensagens (vide abaixo), de fontes variadas, que ampliam o cenário e reforçam a sensação de que o momento para cuidarmos do fortalecimento da Felicidade é agora…

Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.

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VÁ ALÉM…
-*-  Saiba mais sobre o FIB - FELICIDADE INTERNA BRUTA, visite o blog: http://felicidadeinternabruta.blogspot.com/

-*-  Conheça uma série de artigos e livros sobre Economia Sustentável e outros temas econômicos no blog do Dr. Ladislau Dowbor, que junto com outros professores e pesquisadores universitários, está criando uma rede para tornar o conhecimento mais acessível: http://dowbor.org/default.asp
 
-*- Saiba mais sobre o evento “CRIE FUTUROS e a WIKIFUTUROS” - movimento para criar futuros desejáveis:  http://www.criefuturos.com.br/

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Conexões e Convergências - parte 1/4

Categoria: Conexões e Sincronicidades, Para refletir..., Tá na rede...|

 

Retornei do evento sobre o FIB (sobre o qual contei em “A TEIA DA VIDA RENOVA SUAS FORÇAS COM A FELICIDADE INTERNA BRUTA”) e entre os muitos e-mails que aguardavam minha atenção na caixa postal, selecionei alguns aleatoriamente e comecei a ler… Fiquei radiante com a profunda conexão existente entre essas mensagens e tudo que andei estudando no final de semana. Apesar dos diferentes autores, fontes e datas em que as mensagens foram escritas, era como se cada uma trouxesse mais um pedaço do “quebra-cabeças”, para ampliar a visão do todo, para mostrar que estamos todos interligados e  convergindo para um momento muito especial da história humana. Momento este em que nos cabe tomar consciência de que nossas decisões estão afetando cada vez mais o mundo em que vivemos e principalmente o mundo que iremos deixar para as gerações que estão vindo aí, logo após a nossa…

Os questionamentos, reflexões e soluções estão surgindo… Mas é preciso que tenhamos um olhar cada vez mais apurado para perceber que somos co-responsáveis pelo presente e pelo futuro que estamos delineando com nossas escolhas e ações individuais e coletivas.

Partilho com vocês essas quatro mensagens da forma como as recebi, para que cada um possa refletir e chegar às próprias conclusões. A princípio, eu ia destacar em negrito as partes que mais me chamaram atenção e que me inspiraram a reproduzi-las aqui… Mas senti que desta forma, poderia estar interferindo no direito de cada leitor(a) fazer suas próprias descobertas e conexões. Assim, vou apenas incluir os textos na íntegra e deixar que cada pessoa leia e extraia deles o que sua sabedoria interior quiser destacar. Se quiser expressar sua opinião, use os campos destinados aos comentários.

CONEXÕES E CONVERGÊNCIAS
eis a primeira das quatro mensagens (esta veio de Portugal):

ENTREVISTA COM ALVIN TOFFLER - O VISIONÁRIO, O FUTURISTA
(Leia aqui a entrevista em bruto a Toffler por Mafalda Avelar - entrevista editada  no Jornal Expresso a 1 de Março 08)

Em entrevista presencial Toffler conclui uma conversa iniciada telefonicamente com Expresso e reafirma, agora com Heidi, algumas das ideias já defendidas anteriormente provando que a “visão” aumenta com a idade.

 Entrevista

Saber o que significam as palavras: Ser Humano” será o grande desafio que temos pela frente. Esta é a opinião do futurista Alvin Toffler, que esteve esta semana em Lisboa, acompanhado da sua inseparável mulher e companheira intelectual Heide, a convite da Ordem dos Biólogos para discutir a importância da biotecnologia, “que faz parte de uma quarta vaga de transformação da sociedade e da economia”.

Conhecido por ser um desenhador de frameworks, que permitem identificar as mudanças que vão ocorrer em termos micro e macro na nossa sociedade, Toffler é um visionário, que nos anos 70 já afirmava que o mundo ia ser controlado por computadores quando ninguém falava de bites e bytes. A Toffler se deve por exemplo a antecipação do declínio da vida familiar, da aceleração do ritmo de vida, da diversificação de informação, do medo do terrorismo, da procura de micro nichos - que substituirão os mercados de massa, entre outros aspectos da vida socio-económica.

Em conversa com o Expresso, este intelectual, que lançou em 2006 a sua mais recente obra “A Revolução da Riqueza” (Actual Editora) volta a surpreende por ter uma visão do mundo como que se de uma mão, com linhas bem definidas, se tratasse. Aos 79 anos, com um invejável espírito aberto e global, fala com muita lucidez não só do presente mas sobretudo sobre o futuro. Um futuro onde “A economia não pode ser separada dos factores sociais, dos políticos, dos culturais e dos religiosos” e que na sua opinião será marcado pela grande diversidade de escolhas, de famílias, de produtos. “Caminhamos cada vez mais para uma era marcada pela diversidade” diz este analista que considera que “existem uma série de assuntos intermédios que vão estar na nossa agenda nas próximas décadas tais como a energia e o desafio da religião” porém o grande desafio que vamos ter recairá na nossa escolha sobre o que significam as palavras: Ser Humano. “Temos tecnologias, aplicações e outros factores que vão colocar em causa a nossa definição sobre o que é o Ser Humano. E eu acredito que isso vai dar origem a confrontos globais sobre o uso das tecnologias., que podem na verdade mudar as características das nossas espécies. Isso é a maior batalha que vamos atravessar.” Quem é que é humano e quem é que não pode ser definido como humano por causa da tecnologia e das mudanças genéticas é a grande questão. Numa outra escala de inquietude vem ainda a dessincronização das instituições que fará com que o progresso económico esteja a ser comprometido. Segundo os Toffler, “não podemos ter uma revolução tecnológica sem ter uma revolução social e estrutural”. O que está a acontecer, segundo este casal, é que os modelos institucionais que mantinham a sociedade coesa na fase da era industrial estão a cair e os sistemas burocráticos estão a ser postos em causa. “Chamamos a esta queda sucessiva das instituições (provocada pela dessincronização entre organismos face à terceira vaga) as “Instituições Katrina”, dizem acrescentado que “Quando temos uma revolução tecnológica, os bites e os bytes estão connosco; mas quando queremos mudar a estrutura das nossas instituições. Não é fácil.”

Autor de incontornáveis obras tais como ” Future Shock” (1970 - Livros do Brasil), este autor considera que “The Thrid Wave” (1980 - Livros do Brasil) o livro mais importante que escreveu. “Em “O Choque do Futuro” descrevemos o que se estava a passar de uma forma que os outros ainda não tinham analisado. Na “Terceira Vaga” introduzimos uma perspectiva histórica quando fizemos uma ligação entre as mudanças estavam a acontecer na chamada revolução da informação (3 vaga) e as mudanças da revolução agrícola (1 vaga) e da industrial (2 vaga).”

Considerado por vários organismos ocidentais como “o futurista mais influente do mundo”, Toffler é também uma referência no mundo asiático, onde na China, por exemplo está na lista dos 50 homens mais influentes desta economia que considera “o futuro”. País onde a título de curiosidade o seu livro “Future Schok” é a segunda obra mais vendida da história da China só perdendo para os discursos de Deng Xiaoping.

Sobre a “Revolução da Riqueza” Toffler, que afirma conjuntamente com a sua irreverente mulher Heidi que o conceito de família tem que ser pensado de uma forma plural - dizendo que “os gays e as lésbicas devem poder constituir família”, apresenta a ideia nuclear de que a economia está dividida entre economia monetária e economia não monetária, um braço da criação da riqueza onde existem “almoços grátis” e onde os prosumers (produtores e consumidores em simultâneo) bem como os detentores do chamado “o terceiro emprego” (o
emprego não remunerado) têm um papel activo na criação da riqueza.

Para terminar o visionário fala da importância de entendermos as actuais crises (da educação à saúde) de forma interligada e deixa uma crítica aos candidatos à Casa Branca. “Nenhum dos candidatos diz que as crises estão interligadas”. Vamos ter que pensar em novas formas de organização é a principal conclusão deste casal, que discorda em alguns aspectos, menos na política - “Vamos votar em Obama - não pelas promessas eleitorais do candidato democrata - mas sim “porque é um bom sinal para o mundo ter um presidente negro. Na verdade isto vai mostrar que “o nosso país tem vindo a fazer progressos em termos de racismo. Por razões simbólicas Obama será um bom presidente e também porque é inteligente”, concluem.

http://livrosavoltadomundo.blogs.sapo.pt/41737.html
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O Choque do Futuro. Alvin Toffler.
(Bantan Books, 1970)
Lisboa: Edição Livros do Brasil, 1970, 535 páginas.

Impressionante, este livro:
 ”O homem tem uma capacidade biológica limitada para mudança.
Quando essa capacidade é ultrapassada, ele entra em choque com o futuro”
Este livro foi escrito há quase 40 anos, mas continua válido, oferecendo uma explicação razoável para muitos conflitos que observamos e vivenciamos hoje.

O ‘choque do futuro’ não é um conceito abstrato que apenas afete as grandes empresas ou preocupe os governos dos países. É uma coisa real, uma doença autêntica, um estado psicobiológico que pode ser descrito e diagnosticado em termos médicos e psiquiátricos,  e que acomete milhões de pessoas, com efeitos visíveis e graves.

O conflito previsto não é entre o capitalismo e o comunismo, entre o liberalismo e o socialismo, ou mesmo entre o Oriente e o Ocidente, mas entre o futuro e o passado, entre o progressista e o retrógrado, entre a inovação e a tradição.

As saídas possíveis ao conflito são a inovação, o beneficiar-se dos aspectos positivos da mudança, e a sua negação, a resistência (inútil) à mudança.

Neste livro, Toffler destaca também o modelo de ensino industrial que se mantém até hoje, construído para “reunir multidões de estudantes (matéria-prima) destinados a ser processados por professores (operários) numa escola central (fábrica)” (p. 393). Em seu livro ‘A Terceira Onda’, Toffler o denominará de Currículo Oculto.

http://www.fisica-interessante.com/livro-choque-do-futuro.html

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Nota: aqui no Brasil o termo “primeira, segunda e terceira vagas” ficou conhecido como “”primeira, segunda e terceira ondas” ou “ondas da mudança”.

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Caso tenha interesse em continuar refletindo, a seguir você vai poder ler as outras três mensagens também postadas na íntegra…

 


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Conexões e Convergências - parte 2/4

Categoria: Conexões e Sincronicidades, Para refletir..., Tá na rede...|

A BARBIE É UMA BRUXA
Autor: Rubem Alves
Data:11/10/2006

Fiquei comovido quando li que foram encontradas bonecas em túmulos de crianças no Egito, na Grécia e em Roma. Pude imaginar o que os pais deveriam estar sentindo ao colocar aquele brinquedo junto ao corpo da filha morta. Eles o faziam para que ela não partisse sozinha, para que ela não tivesse medo…

De fato, uma criança abraçada a uma boneca é uma criança sem medo, uma criança feliz. Os meninos, proibidos de ter bonecas, se abraçam aos seus ursinhos de pelúcia. E nós, adultos, proibidos de ter bonecas e de ter ursinhos de pelúcia, nos abraçamos ao travesseiro… Os objetos são diferentes, mas o seu sentido é o mesmo: o desejo de aconchego e de ternura.

Por isso eu acho que o senhor e a senhora fizeram muito bem ao dar uma boneca de presente para a sua filhinha. Com uma exceção, é claro: se a boneca não foi a Barbie. Porque a Barbie não é uma boneca. Falta a ela o poder que têm as outras bonecas, bebezinhos, de afugentar o medo e provocar sentimentos maternais de ternura. Não posso imaginar uma menina dormindo abraçada à sua Barbie. Nenhum pai colocaria a Barbie no túmulo da filha morta. A Barbie não é boneca. É uma bruxa. Posso bem imaginar o espanto nos seus olhos. Eu imagino também os seus pensamentos: o Rubem perdeu o juízo. A Barbie é uma boneca de plástico, não mexe, não pensa, não fala. E agora ele diz que ela é uma bruxa…

Que as bonecas, ao contrário das aparências, têm uma vida própria, eu aprendi no 2° ano primário. Minha professora me deu um livro sobre bonecas e bonecos: enquanto a gente estava acordado, elas ficavam deitadinhas, olhinhos fechados, fingindo que dormiam. Mas bastava que os vivos dormissem para que elas acordassem e se pusessem a falar coisas. As bonecas foram os primeiros brinquedos inventados pelos homens. E foram também os primeiros instrumentos de magia negra. Um alfinete, aplicado no lugar certo de uma boneca - assim afirmam os entendidos - tem o poder de matar a pessoa que se parece com ela. Pois eu digo que a Barbie é uma bruxa. Bruxa enfeitiça. Enfeitiçada, a pessoa deixa de ter pensamentos próprios. Só pensa o que a bruxa manda.

A pessoa enfeitiçada fica possuída pelos pensamentos da feiticeira e só pensa e faz aquilo que ela manda. Se falo é porque vi, com esses olhos que a terra há de comer. Basta que as crianças comecem a brincar com a Barbie, para que fiquem diferentes. O pai manda, a mãe manda, a criança faz birra e não obedece. Não é assim com a Barbie. Basta que a Barbie mande para que elas obedeçam. De novo você vai me contestar, dizendo que a Barbie não fala e não tem vontade. Por isso, não pode nem dar ordens e nem ser obedecida. Errado. O fantástico é que ela, sem falar e sem ter vontade, tenha mais poder sobre a alma da criança que os pais.

Quem me revelou isso foi o futurólogo Alvin Toffler, no seu livro O Choque do Futuro, que li em 1971. O capítulo “A Sociedade do Joga-Fora” começa com a Barbie. Nascida em 1959, em 1970 mais de 12 milhões já tinham sido vendidas. Um negócio da China. E por quê? Porque a Barbie, diferente das bonecas antigas, bebês que se contentam com uma chupeta e um chocalho, tem uma voracidade insaciável. A Barbie é uma boneca que nunca está contente: ela sempre pede mais. E essa é a grande lição que ela ensina às crianças: Compra, por favor!

Para se comprar há as roupas da Barbie, a banheira da Barbie, o secador de cabelo, o jogo de beleza, o guarda-roupa, a cama, a cozinha, o jogo de sala de estar, o carro, o jipe, a piscina, o chalé de praia, o cavalo e os maridos, que podem ser escolhidos e alternados entre o loiro e o moreno etc. etc. A Barbie está sempre incompleta. Portanto, com ela vem sempre uma pitada de infelicidade. Aliás, essa é a regra fundamental da sociedade consumista: é preciso que as pessoas se sintam infelizes com o que têm, para que trabalhem e comprem o que não têm.

A Barbie tem esse poder: quem a tem está sempre infeliz porque há sempre algo que não se tem, ainda. E os engenheiros da inveja, a serviço das fábricas, se encarregam de estar sempre produzindo esse novo objeto que ainda não foi comprado. Mas é inútil comprar. Porque logo um outro será produzido. É a cenoura na frente do burro… Ela nunca será comida.

Quem dá uma Barbie para uma criança põe a criança numa arapuca sem saída. Porque, ao ter uma Barbie, ela ingressa no Clube das Meninas que têm Barbie. E as conversas, nesse clube, são assim: - Eu tenho o chalé de praia da Barbie. Você não tem. Ao que a outra retruca: - Não tenho o chalé, mas tenho o marido loiro da Barbie, que você não tem. Essa é a primeira lição que a inofensiva boneca de plástico ensina. Ensina a horrível fala do eu tenho, você não tem. A maldição das comparações. A maldição da inveja.

Você deve conhecer alguns adultos que fazem esse jogo. Haverá coisa mais chata, mais burra, mais mesquinha? Ao dar uma Barbie de presente é preciso que você saiba que a menina inevitavelmente aprenderá essa fala. Isso feito, uma segunda fala entra inevitavelmente em cena, impulsionada pelas ilusões da inveja. A menininha pensa: estou infeliz porque não tenho. Se eu tiver, serei feliz. O jeito de se ter é comprar.

- Papai…
- Que é, minha filha?
- Compra o chalé de praia da Barbie? Eu quero tanto…

Filha na arapuca. Pai na arapuca. Mas há uma saída. E, para ela, procuro sócios. Vamos começar a produzir o próximo e definitivo complemento para a bruxa de plástico: urnas funerárias para a Barbie. Por vezes o feitiço só se quebra com o assassinato da feiticeira - por mais bonitinha que ela seja…

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Nota da Mônica: Estou incluindo a mensagem aqui, da forma como a recebi, no intuito de compartilhar as conexões e convergências já citadas (vide parte 1/4).

 


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Eis uma viagem para toda vida…

Categoria: Para refletir...|

… a do Autoconhecimento

 


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O Futuro tem muitos nomes…

Categoria: Para refletir...|

 

 


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E como diria Shakespeare…

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Eis aí um sábio investigador da essência humana, e mesmo naquela época, Shakespeare sabia que de nada adianta concebermos idéias mirabolantes, se não fizermos nada para concretizá-las…

 


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ESTARÁ VOCÊ SE ESFORÇANDO NA CONTRAMÃO DO SUCESSO?

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Ao realizarmos uma profunda investigação sobre o que está por trás de nossas decisões e ações, descobrimos duas “forças condutoras” que causam forte impacto em tudo que escolhemos e fazemos. São elas: a “confiança” e o “medo”. Caso ainda não tenha investigado, experimente e verifique o que está por trás de todas as suas decisões e ações.

 

Agimos guiados pela confiança, quando seguimos uma espécie de “voz interior” que parece saber exatamente o que e quando algo precisa ser feito. Não são poucos os homens e mulheres que entraram para história, justamente porque desafiaram as convenções vigentes, ao seguirem esta “certeza” com toda a sua
convicção. Contudo, percebemos que a grande maioria da população, “a massa” como é mais conhecida, guia-se não por uma “certeza interior” que lhe aponta a direção a seguir, e sim pelo “medo” em suas mais diferentes e variadas versões: “medo de errar”, “medo de fracassar”, “medo de fazer feio”, “medo das cobranças”, “medo do novo”, “medo disso”, “medo daquilo”… e quanto mais lutam contra este medo, mais ele ganha força e as aterroriza num ciclo que se repete inúmeras vezes, gerando a incômoda sensação de que todo esforço foi em vão.

Em minhas pesquisas, o que percebi, ao buscar os fatores que nos aproximam ou que nos afastam do sucesso foi que quanto mais agimos motivados pelo medo, mais nos afastamos da nossa legítima REALIZAÇÃO INTERIOR. E quanto mais conseguimos reconhecer essa certeza interior e fortalecê-la, mais caminhamos rumo a nossa FELICIDADE e PLENITUDE. Tal percepção é válida não apenas para a vida pessoal, mas também para a profissional, pois os talentos mais bem sucedidos são aqueles que viabilizaram esta “certeza interior” e se dedicaram àquilo que sabiam precisar fazer.

Mas por que apareço eu aqui, no seu monitor, escrevendo sobre medos e confiança, sucesso e luta? Porque quero saber se você já se deu conta de que em nossos dias cada vez há mais medos fazendo as pessoas sucumbirem e atormentarem-se.

Mesmo depois que a física quântica comprovou que vivemos num Universo de Possibilidades (Princípio da Incerteza), mesmo percebendo que estamos no auge da evolução humana, mesmo cientes de que há inúmeras oportunidades a espera de cada um de nós, a grande maioria da população continua entorpecida e hipnotizada pelo “medo de…” e agindo sempre na defensiva.

E você, em meio ao aparente “caos” sente-se capaz de fazer suas próprias escolhas ou também tem agido sob a influência do “medo de…”?
O SUCESSO está aí a disposição de empresas e de pessoas ousadas o suficiente para criar espaço para que ele possa se expressar. A questão é se temos coragem suficiente para enfrentar nossos medos interiores e então reconhecer qual a nossa contribuição para o mundo em que vivemos e que caminhos nos levarão muito além do sucesso, permitindo-nos encontrar nossa REALIZAÇÃO INTERIOR.

Não pense você que o fato de aprender a ouvir esta “certeza interior” e agir com convicção e confiança transformará sua vida num mar de rosas, mas saiba que esta é a jornada que melhor lhe permitirá desenvolver seus potenciais e enfrentar os desafios que vão surgir.

Depois de enfrentar seus medos interiores, os exteriores com certeza irão cruzar seu caminho, mas não terão um efeito tão nocivo sobre sua vida, pois saber o que realmente quer e buscar por isso com determinação é a marca das pessoas de SUCESSO que não se deixam abalar facilmente pelas corrente contrárias.

Como ensina um antigo ditado:
“NENHUM VENTO SOPRA A FAVOR DE QUEM NÃO SABE PARA ONDE VAI”.
Quando os ventos soprarem em sua vida, que você saiba orientar as velas do seu barco para aproveitar toda a potência disponível e navegar rumo a realização de suas metas prioritárias.

(Texto escrito originalmente no Outono de 2005)

Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.

 


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Vivendo plenamente

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Quando será que iremos verdadeiramente assumir nossas vidas e vivê-las com toda intesidade merecida?

 


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A CHAVE PARA A LIDERANÇA DO SÉCULO 21

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Muitos estão em busca desta “chave”, tal qual na lenda do Santo Graal. Contudo, por tudo que já pesquisei sobre liderança, creio que ela ainda não foi encontrada. Entretanto, percebi algumas linhas muito interessantes que estão buscando ultrapassar as fronteiras dos antigos modelos de gestão e indicar novas direções.

Entre estas linhas, quero destacar alguns pontos que me chamaram a atenção:
• A “Liderança com Alma” - onde entra em cena não só o conhecimento técnico, mas também o potencial intuitivo do líder e sua capacidade de se conectar com seus colaboradores de forma mais humana e profunda. Deixando de ser uma figura temida, para ser uma figura querida e respeitada.

 • O foco do líder em desenvolver as potencialidades e competências de seus colaboradores buscando formar uma equipe integrada, madura e confiante. Este aspecto é um dos mais trabalhosos, pois, ao invés de apenas comandar, o líder procura identificar os diferentes potenciais de seus liderados e encontrar formas de ajudá-los a perceberem diferentes possibilidades de autodesenvolvimento. Muitos ainda acreditam que não cabe ao líder ensinar ninguém, mas os “verdadeiros líderes” têm prazer em perceber que seu papel vai muito além de conduzir a equipe, cabe a eles o estímulo a geração de novos líderes, atuantes, pensadores, tomadores de decisão, negociadores enfim, pessoas com senso de autonomia bem desenvolvido, cuja tendência é promover resultados cada vez melhores para a organização onde atuam.

• O diálogo promovendo a integração da Equipe. Aqueles que foram além, descobriram o verdadeiro impacto do diálogo profundo. Não aquele pró-forma onde uns poucos falam e os outros fingem que ouvem. Mas, um diálogo autêntico onde os assuntos são colocados para a equipe e todos tem oportunidade de se pronunciar, ampliando os laços que os unem em torno de objetivos comuns. Este diálogo oferece a oportunidade de trazer à tona diferentes visões, buscando unificá-las em torno de objetivos comuns, para que se consiga maior sintonia no trabalho conjunto.

• A soma de diferentes talentos e o estímulo a cooperação para que uns aprendam e contribuam com os outros acelerando o desenvolvimento de todos os membros da equipe realmente envolvidos no processo não só de “cumprir com suas tarefas”, mas de trabalhar de forma responsável e consciente, buscando melhorar continuamente a si próprios e ao trabalho que realizam.

• A escolha de objetivos a serem trabalhados de forma clara e desafiante. Só alcança este tópico o líder que realmente conhece seus colaboradores, pois é preciso sabedoria para dosar os desafios de forma a mantê-los estimulantes e direcionados a quem realmente está apto a ultrapassá-los.

• A força do significado - este é um fator ainda pouco explorado, mas de forte impacto na produtividade da equipe. Pois, ao encontrar significado naquilo que faz as pessoas se envolvem e se empenham muito mais, além de sentirem-se realizadas ao alcançarem suas metas.

• O papel do líder como catalisador de resultados - ao conseguir trabalhar os pontos acima relacionados o líder passa a acelerar os resultados de sua equipe, pois sabe exatamente quem está mais apto a fazer o que e como delegar os desafios na dose certa para obter os resultados desejados.

O que mais me chamou a atenção nestas tendências é o foco no desenvolvimento do SER HUMANO e seus potenciais, promovendo impactos positivos que irão contribuir não só com as empresas, mas também com as comunidades onde estão inseridas e conseqüentemente com as nações e o mundo globalizado em que vivemos. Diferentes estudos e pesquisas mostram que estamos apenas no limiar deste tipo de liderança, ainda há muito o que descobrir e aprimorar. Mas, os resultados iniciais são animadores, visto que, com esta linha de atuação consegue-se não só maior produtividade, mas também maturidade da equipe, uma vez que os colaboradores são cada vez mais incentivados a trabalharem em seu autodesenvolvimento contínuo e a atuarem de forma consciente e responsável.

Deixo no ar algumas perguntas (a líderes formais e informais e àqueles que hoje sentem-se apenas como colaboradores) que você pode responder para si (a título de reflexão), pode debater com sua equipe ou ainda pode comentar abaixo, para que possamos criar um painel a respeito:
  Você é contra ou a favor da LIDERANÇA COM ALMA? Por quê?
  Sendo favorável, que papel você pode desempenhar para promovê-la ou reforçá-la?
  O que cada um de nós pode fazer para criar condições para que o “líder que há em nós” possa emergir e contribuir aumentando os laços de cooperação e interação da equipe da qual fazemos parte?
  Os tópicos apontados já fazem parte do seu dia-a-dia? Que resultados têm trazido?

 (Texto escrito originalmente no Verão de 2004)

Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.

 


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Movidos pelo ENTUSIASMO…

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… nosso trabalho ganha um brilho especial

 


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A Gazela e o Leão

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PODEMOS MUDAR A AUTO-ESTIMA DE UMA NAÇÃO?

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 No dia em que as pessoas se derem conta dos impactos da baixa e da elevada auto-estima em suas vidas, darão atenção redobrada a este tema diretamente ligado ao sucesso de pessoas, empresas e até nações…
Culturalmente, somos um povo que sofre dos efeitos nocivos da baixo auto-estima.

 

Precisamos de um trabalho intenso e profundo para reconstruir nossa imagem de forma mais saudável. Por onde começá-lo?

Como mudamos a auto-estima de um país de proporções continentais?
Que tal, cada um começar por si? Pode não parecer muito, mas toda caminhada por mais extensa que possa ser, começa no primeiro passo.
Um a um os brasileiros irão despertando, se reconhecendo e trabalhando internamente em prol do próprio desenvolvimento… Assim, o despertar e o crescimento de um contribui positivamente com o desenvolvimento daqueles com quem mantém contato e multiplicamos resultados, gerando uma grande conexão repleta de interconexões de todos os formatos e tamanhos.
A auto-estima saudável está diretamente ligada a forma como:
. a pessoa vê e avalia a si mesma
. se julga quando erra
. se apóia nos momentos difíceis
. se responsabiliza por suas escolhas e atitudes
. gerencia seus esforços e resultados
. gosta de si mesma como pessoa
. interage com a imagem que vê no espelho diariamente
. se percebe enquanto ser pensante e principalmente enquanto Ser Humano!

Assim, para trabalhar nossa auto-estima, precisamos primeiro reconhecê-la.
Em nossos pensamentos mais íntimos o que alimentamos a nosso respeito?
Pensamentos favoráveis, nutritivos, estimulantes ou pensamentos deteriorantes, terríveis e limitadores?
No segundo caso, podemos pensar de forma diferente? Podemos olhar para nossa pessoa e gostar da gente?
Para muitos isso é quase um sacrilégio. Para outros uma missão quase impossível. Mas, aqueles que ousaram derrubar as barreiras auto-impostas, descobriram que este é o verdadeiro caminho que leva à felicidade, à
realização pessoal e profissional.
Afinal, quando olho para quem eu sou e me apóio, disposta a fortalecer meus pontos fracos e dar vazão aos meus potenciais, dons e talentos, como não ser bem-sucedida naquilo que me determino ser e realizar?

O que muitos ainda não perceberam é que sofrem de “auto-abandono”. Para não lidar com a angústia de fazer escolhas erradas, preferem delegar a outros (muitas vezes bem intencionados, mas não tão bem habilitados) as escolhas que deveriam fazer por si. Isto, gera grande frustração interna, pois os resultados raramente são os desejados e o preço de entregar sua liberdade de escolha a outros é muito alto.
Some a esta condição o fato de muitas pessoas ainda se torturarem continuamente por acontecimentos e frustrações do passado. “Se eu isso…” ou “se minha mãe aquilo…” ou ” se não tivesse desistido naquele
momento…” “se meu chefe tivesse…”.

O “se” é uma armadilha que mina o nosso poder atual, pois nos coloca na condição de vítimas de uma situação
que não podemos mais voltar atrás.
No meio organizacional os reflexos desta postura são facilmente identificados: profissionais com alta resistência às mudanças (devido a insegurança) que procuram não se expor para não chamar atenção, que não
expressam seus pensamentos e sentimentos para “evitar discussões”, que preferem não dar opinião para não arcarem com as conseqüências de suas idéias (desconsiderando a possibilidade de sucesso), que esperam até que “alguém mande” para então agir… enfim, comportamentos que até 1950 - 1960, eram vistos como “normais” e culturalmente até incentivados. Contudo, atualmente, quando o foco é o trabalho em “EQUIPE” e “TIMES AUTOGERENCIÁVEIS” que apresentem resultados cada vez melhores, que sejam ousados e voltados a soluções inovadoras e a surpreender positivamente o cliente estes comportamentos estão obsoletos, ultrapasados e fora do contexto.

Estes motivos, nos levam a perceber que mesmo sendo um trabalho vitalício e individual, o fortalecimento da auto-estima deve ser estimulado na família, nas empresas, nas comunidades, enfim, onde houver oportunidade, pois exigirá uma profunda mudança em nossa postura, jeito de se ver, pensar e acima de tudo SER, na forma como exercemos nossas profissões e em nossos relacionamentos. Quanto mais confiantes nos tornarmos, mais estaremos propensos a criar, ousar e abrir caminhos para expressar o que de melhor existe em cada um de nós.
E é este MELHOR que irá se multiplicar em nossas ações e gerar resultados surpreendentes!!!

(Texto escrito originalmente na Primavera de 2004)

Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.

 


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ENCONTRE O SEU TESOURO

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Contam os gregos, que certo dia, os deuses queriam dar um presente especial para os seres humanos. Mas desejavam que eles o encontrassem por seu próprio mérito, para que dessem mais valor ao seu tesouro. Então, um deles sugeriu:
- Que tal se o escondêssemos no alto do pico mais elevado da Terra?
Depois de um breve debate, concluíram que lá seria muito fácil, logo o homem estaria galgando as montanhas mais altas e o encontraria.
- Que tal no fundo do mar? - sugeriu outro deus.
- Ah! Lá também vai ser muito fácil, pois em breve o homem criará equipamentos para explorar as profundezas do mar e certamente o encontrará.
- Precisamos de um desafio ainda maior, disseram alguns.
Então, disse uma das deusas:
- Que tal se nós escondêssemos o tesouro na Lua?
- Boa idéia, foi a primeira resposta.
Mas, Zeus interveio e disse que lá também o homem iria vasculhar tão logo descobrisse a tecnologia que lhe permitisse criar foguetes e explorar o espaço sideral.
Disse, um dos deuses até então quieto e pensativo:
- Já sei! Já sei! Tem um lugar que o homem não vai procurar tão cedo, mas que estará ao alcance de toda a humanidade e onde quer que haja um ser humano disposto a encontrá-lo, terá condições de fazê-lo, mas exigirá dele o máximo empenho e dedicação.
- É exatamente este lugar que estamos procurando! - exclamaram os deuses entusiasmados - Onde fica?
- Dentro de cada um!
- Boa idéia!!!

E assim, naquele dia os deuses deram ao Ser Humano o dom da SABEDORIA que significa conhecimento que vem de dentro (do íntimo) e o dom da CRIATIVIDADE para que expressasse esta SABEDORIA divinamente. Fizeram de tal forma, que só aqueles que buscam dentro de si mesmos podem acessá-los…

 

Esta é uma adaptação livre de uma história que ouvi há muitos anos… e que está aqui como um convite à reflexão…
O ser humano é uma das espécies mais recentes na história evolutiva da Terra. Para compreender melhor, metaforicamente, a título de comparação como proposto por alguns historiadores: imagine que a Terra surgiu no dia 1º de janeiro, os mamíferos surgiram na segunda semana de dezembro. Nesta escala o ser humano teria surgido por volta das 23 horas e 45 minutos do dia 31 do mesmo mês. Contudo, neste pouco tempo por aqui, já exploramos e ocupamos o planeta inteiro. Já fomos desvendar os mistérios das
profundezas do mar. Já escalamos os picos mais altos da Terra. Já penetramos nas cavernas mais profundas… Aprendemos a falar, escrever e a nos comunicar de um ponto a outro do planeta. Aprendemos a investigar como são os seres vivos por fora e por dentro. Já desvendamos a estrutura atômica e o DNA. Já aprendemos a voar… e a sondar o espaço profundo, estendendo nosso poder de comunicação para além das fronteiras terrestres.

Esta inquietação que nos leva a querer mais e mais para dominar o meio a nossa volta, tem sido a mola mestra de nossa evolução.
Então, quero deixar as seguintes perguntas no ar:
Você já teve coragem de ir atrás deste tesouro “SABEDORIA e CRIATIVIDADE”?
De permitir que ele traga à tona a expressão do MELHOR que existe dentro de você? Ou sua busca tem sido externa?
Ao invés de se deixar abater pelos percalços do caminho, que tal ir além?
E explorar os limites de sua imaginação, dar asas à sua CRIATIVIDADE e assim descobrir seus dons e talentos latentes e a SABEDORIA necessária para expressá-los?

Com tudo que o ser humano já descobriu e criou na face da Terra, o mais interessante é que ainda há muito a descobrir e criar e você pode fazer parte integrante desta aventura, oferecendo sua contribuição para fazer
deste um mundo cada vez MELHOR e mais FELIZ!!!

Mergulhe em si - encontre este tesouro - e participe desta aventura chamada VIVER não como mero espectador, mas como co-criador!!!

 (Texto escrito originalmente na Primavera de 2004)

Mônica Cristina Landim
Agente Transformadora de Realidades,
Palestrante e Facilitadora da Alegria,
da Criatividade, do Otimismo,
do Desenvolvimento dos Potenciais do SER Humano
e da expansão do Brilho Interior que se irradia da ALMA
das pessoas quando expressam o Melhor de Si,
Fundadora da Estação das Idéias.

 


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